quinta-feira, 5 de maio de 2011

Informo que vamos atender algumas reinvidicações dos marinheiros. A chibata não será mais usada para castigá-los fisicamente. Para isso, peço que os revoltosos deponham suas armas imediantamente!
Devo mencionar aqui, que uma vez que um indivíduo se submete ao alistamento a marinha, ele ja deveria estar de acordo com as punições que são, e sempre foram , aplicadas naqueles que descumprem com as tradicionais regras  da marinha brasileira. Tal revolta é inaceitável, como poderia ser possível, logo os marinheiros, que são o cargo mais baixo possível, quererem mudar algo que vem sendo feito a décadas. O castigo físico é necessário sim, se liberarmos os marinheiros para agirem como quiserem no ambiente de trabalho, que tipo de conduta teríamos num ambiente de guerra ?

domingo, 1 de maio de 2011

Todos os marinheiros que desobedeceram às normas da nossa corporação serão devidamente punidos, assim como os que participarem desta revolta. A pena foi aplicada ao marujo Marcelino devido a introdução de garrafas de pinga no navio, atitude que quebra as regras estabecidas anteriormente e é condenada pelos seus superiores, que têm todo o direito de responder a tal desobediência, inclusive com castigos físicos, conforme forem necessários.
Devido ao acontecimento do dia 22, acredito que não passou de mero merecimento a punição recebida pelo marinheiro. É por isso que o Brasil não anda para a frente. Os trabalhadores não passam de profissionais que possuem a obrigação de fazer seu trabalho correto, de acordo com os critérios estabelecidos pelo patrão. Entretanto, não é isso que está acontecendo. E mais: não é novidade que os trabalhadores acabem misturando a obrigação com a brincadeira e que isso resulte em severas punições. É mais do que necessário, então, a implantação de novos critérios a fim de que o patrão seja visto como absoluto, uma vez que o trabalhador não passe de um servo.