Chibatas já!
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Devo mencionar aqui, que uma vez que um indivíduo se submete ao alistamento a marinha, ele ja deveria estar de acordo com as punições que são, e sempre foram , aplicadas naqueles que descumprem com as tradicionais regras da marinha brasileira. Tal revolta é inaceitável, como poderia ser possível, logo os marinheiros, que são o cargo mais baixo possível, quererem mudar algo que vem sendo feito a décadas. O castigo físico é necessário sim, se liberarmos os marinheiros para agirem como quiserem no ambiente de trabalho, que tipo de conduta teríamos num ambiente de guerra ?
domingo, 1 de maio de 2011
Todos os marinheiros que desobedeceram às normas da nossa corporação serão devidamente punidos, assim como os que participarem desta revolta. A pena foi aplicada ao marujo Marcelino devido a introdução de garrafas de pinga no navio, atitude que quebra as regras estabecidas anteriormente e é condenada pelos seus superiores, que têm todo o direito de responder a tal desobediência, inclusive com castigos físicos, conforme forem necessários.
Devido ao acontecimento do dia 22, acredito que não passou de mero merecimento a punição recebida pelo marinheiro. É por isso que o Brasil não anda para a frente. Os trabalhadores não passam de profissionais que possuem a obrigação de fazer seu trabalho correto, de acordo com os critérios estabelecidos pelo patrão. Entretanto, não é isso que está acontecendo. E mais: não é novidade que os trabalhadores acabem misturando a obrigação com a brincadeira e que isso resulte em severas punições. É mais do que necessário, então, a implantação de novos critérios a fim de que o patrão seja visto como absoluto, uma vez que o trabalhador não passe de um servo.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Revolta da Chibata em um novo livro! Não Perca!
Está programado para chegar às livrarias ainda nesta primeira quinzena a quadrinização do episódio conhecido como Revolta da Chibata. A história tem cerca de duzentas páginas, foi narrada em nove capítulos e mistura situações reais com outras dramatizadas .
Intitulada Chibata! João Cândido e a revolta que abalou o Brasil, a obra foi escrita por João Saraiva.
A insurreição que ficou conhecida como Revolta da Chibata começou no dia 22 de novembro de 1910, quando os marinheiros do Encouraçado Minas Gerais, em protesto pelas más condições de trabalho e pelos castigos físicos, dados na forma de chibatadas, tomaram o navio.
O governo cedeu às pressões dos revoltosos, que apontaram armas para a capital, o Rio de Janeiro. No entanto, a vitória durou pouco. A anistia dada pelo governo se mostrou falsa e o troco dado pelos almirantes foi devastador. Marinheiros que fizeram parte da revolta foram expulsos, presos ou torturados.
João Cândido, líder da revolta, foi preso e torturado. Com a saúde abalada e a mente destruída, a Marinha o deixou encarcerado em um hospício. Ele ainda foi expulso da corporação e teve seus registros apagados oficialmente. Foi como se ele nunca tivesse feito parte da Marinha. Jornalistas que tentassem contar a história do Almirante Negro eram ameaçados e intimidados. Mesmo muitos anos depois, na década de 1970, os compositores João Bosco e Aldir Blanc tiveram problemas com a censura da ditadura militar por causa das referências a João Cândido e à Revolta da Chibata.
Só recentemente o nome de João Cândido começou a ser relembrado, graças à liberação de seus arquivos pela Marinha, à inscrição de seu nome no Livro dos Heróis da Pátria e à anistia post-mortem concedida a ele.Muitos anos depois da rebelião que fez tremer o governo recém-eleito do marechal Hermes da Fonseca.
Chibata! João Cândido e a revolta que abalou o Brasil já está em pré-venda quem quiser,entrar em contato aqui no blog é sempre muito bom para relembrarmos desse herói que o governo brasileiro quis esconder!
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